Identifique-se!


Bom dia, como estão?

Os tutores tem cometido um erro básico, não colocam placas de identificação na coleira, a atitude de colocar os dados do animal em uma plaquinha pode evitar tristezas e dores de cabeça.

Diariamente são encontrados centenas de cães e gatos vagando pelas ruas. Não conseguimos distinguir se o animal foi abandonado ou está perdido, por muitas vezes notamos que o animal foi bem cuidado, mas não há nenhuma identificação que mostre que o cachorro pertence à alguém.

Como identificar seu animalzinho e evitar transtornos futuros?

Plaquinha na Coleira

Mantenha sempre seu animal com coleira, e nela uma plaquinha de identificação com as seguintes informações:

  • Nome do animal;
  • Raça;
  • Nome do tutor;
  • Telefone para contato (mantenha o telefone de contato da plaquinha sempre atualizado);
  • O número do RGA (Registro Geral Animal), que é emitido pelo Centro de Controle de Zoonozes da sua cidade. Mais informações de como emitir o RGA, clique AQUI.

Microchip

 

O Microchip tem de 1cm a 3cm, o material é um biovidro cirúrgico (que não causa rejeição pelo animal), e dentro tem um micro circuito eletrônico contendo um código único, com quinze algarismos que impossibilita a duplicidade. O Microchip ao receber as ondas do leitor ele retorna a informação em forma de número.

A aplicação é rápida como uma injeção, e é feita através de um aplicador que se assemelha a uma seringa, e só deve ser feita pelo veterinário.

Uma vez que o veterinário coloca o microchip no animal, ele deve cadastrar o proprietário em um banco de dados, onde devem constar várias informações sobre o dono e o mascote, como nome, endereço e telefones para contato. O problema é que esse banco de dados não é unificado em todo o Brasil e cada empresa que vende o aparelho tem o seu cadastro próprio. Outra desvantagem é que o microchip custa de R$ 50,00 a R$ 100,00.

E as pessoas que não conhecem este método podem achar o animal, mas não conseguiram achar o dono, pois para isso teria que passar o leitor no animal.

Tatuagem

A aplicação da tatuagem é igual a feita nos humanos, é um tipo de identificação permanente, feita geralmente na orelha do animal ou na parte interna da coxa. A tatuagem pode conter o número da identidade do dono ou o RGA.

A desvantagem é que ela pode ser modificada de forma natural, como o crescimento quando o animal é marcado muito novo, crescimento dos pêlos, ou até mesmo de modo artificial quando se faz uma nova tatuagem por cima, cobrindo a anterior.

O processo é demorado e o animal precisará ser anestesiado.

O animal pode não ter acesso à rua, ou o tutor pode ser muito cuidadoso, mas como diz o ditado “O seguro morreu de velho!”.  Creio que a alternativa mais comum e mais fácil é a plaquinha com os dados do animal, portanto previna-se e identifique seu animal, pois  os animais na rua sofrem com violência, fome, sede, e com certeza você não deseja este destino para seu melhor amigo não é?

Espero que tenham gostado, e fica a dica para todos os donos!

Beijos,

 

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Sobre Sora 空

Paulistana, 30 anos, tem 70 gatos em casa.

Publicado em novembro 21, 2012, em Uncategorized e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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